CINCO PONTO NOVE
minha alma triste em canto oblongo
a seguir a festa do deus já morto
a bater matraca à luz da lua
das pedras se levanta o pó
da fé perdida em noite azul
e o pobre menino inútil
revela a alma na chama nua.
24.5.94
(Ilustração: Emil Nolde - fingsten)


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